Hola que tal? Meninas, vou falar do meu queridinho da vez: o suede! Sim, aquele tecido que lembra de sofá..uma espécie de couro acamurçado e macio e molinho; que tem uma textura mais leve e fina. 
   Com a pegada boho - que continua em alta - a versão do tecido aparece nas cores terrosas (preferidas e mais vistas nos street styles). Mesmo sendo um tecido mais pesado, as cores mais claras, principalmente o caramelow, deixam o visual mais leve e moderno, por isso é aposta para a próxima estação! 
   Separei algumas fotinhas de inspiração, mas percebo que ele pode aparecer tanto em saias, shorts, vestidos, coletes e blusas. Vamos conferir?















Gostaram da dica?
Beijos de salto, Rafa!



   Quem não pirou com o vestido usado pela cantora Adele na música Send my love? Pois é, os vestidos e saias longas (a cara do verão) já começaram a aparecer nas coleções de primavera/verão. 
   Aqui, voltou do além um frio que nos impede de usar essa tendência,mas é bom você se precaver do que pode aparecer nas ruas/lojas. 
   Vamos encontrar muitos muitos vestidos /saias estampadas com listras, florais, coloridos ou detalhes como os babados e até modelos peças mais curtos, com comprimento midi para essa nova estação! 
   Vale lembrar que uma dica para valorizar a silhueta é a de preferi modelos mais acinturados (já cansei de falar isso aqui) ou modelos em evasê na parte inferior. Evite modelos muito justos na barriga e quadril, pois marcam e destacam as gordurinhas ;) Esse tipo de vestido/saia pode ser usado, igualmente, por baixinhas, hein? 
   Com relação aos sapatos, sugiro que apostem nos modelos mais abertos, tais como, sandálias de salto ou rasteiras. Lembrando que se quiserem alongar mais ainda a silhueta, cubram o peito do pé ou usem sandálias da cor creme. Vamos às fotinhas para se inspirar?


















Gostaram?
Beijos de salto,
Rafa.


      Meninas, não morri. Eu só ando um pouquinho ocupada. Quem quer continuar me acompanhando, dá uma passadinha no meu pinterest (aqui ao lado tem o link pra chegar por lá). 
   Falar em morte, morri com esse look. Vamos combinar que não é para qualquer uma. Para "bancar" esse visual, no mínimo, você tem que se arriscar - tarefa muito muito árdua para a maioria de nós mortais. Uma das pessoas que considero bastante arriscadora, no nosso país, é a blogayra Thassia. Nem todas produções que ela usa, considero bacanas, mas boa parte delas é de uma maneira inovadora e para fazer esse tipo de produção, requer alguns itens: - ser uma pessoa que conhece seu próprio corpo (meninas, não é de hoje que eu venho dizendo que vocês tem de se valorizar. Aprenda a se conhecer. Não se sujeite ao que as indústrias da moda pregam!); - ser uma pessoa que "quebra" paradigmas. Pense: onde que você ousaria em compor um look de uma vestido-camisa (chemise), uma saia rendada e scarpin? Poucos seguram esse look! Parabéns, Diane!

Beijos de salto, Rafa.



   Fica, vai ter ‪#‎textão‬! Não, eu não sou o que vocês chamam de "feminazi" (estereótipo negativo atribuído a quem defende a causa feminina). Eu, simplesmente, sou uma mulher que não gosta de "certas" – para não dizer várias - situações/falas que predominam nesse mundo e que reclamará, sempre. "Não é à toa" que eu reclamo; eu nasci assim; eu me tornei advogada.

   Antes de eu contar duas situações absurdas das quais tomei conhecimento, vou fazer um “pequeno” introito: sou, absolutamente, apaixonada por moda e minha paixão se estende, de igual forma, a vestidos de noiva. Eu gosto de ver os tecidos, os formatos e tudo que está ligado ao tema. Sabe aqueles programas ruins sobre casamento, do Discovery Home & Health? Pois é, eu os assisto com aquela dublagem medonha (porque aqui não tem legendado). Assisto, tão somente, porque amo ver os estilos dos vestidos de noiva.

   Pois bem, outro dia, eu estava cortando meu cabelo num salão (no qual normalmente não faço cortes) e mencionei que não uso minha franja (para frente) no meu local de trabalho, pois, as pessoas, erroneamente, atribuem jovialidade com inexperiência profissional. Para minha surpresa, a pessoa que estava conversando comigo falou: você aparenta jovialidade. Você é engraçada; parece ser inteligente...só falta casar. Por uma fração de segundos, decidi que seria de bom tom não dar uma resposta (textão de facebook). Fiquei quieta e nesse mesmo espaço de tempo, a pessoa me respondeu: se bem que casar não é sinônimo de felicidade.


   Ora, por que ensinamos as meninas a quererem se casar e não os homens? Alguém faz esse tipo de comentário para homens? Duvido muito.
Em 2016, mesmo que você seja uma super mega power uber profissional, as mídias e, em consequência disso, as pessoas refletem e deixam cada vez mais explícito que você não estará, totalmente, satisfeita com sua vida até encontrar um homem...porque se você é uma “revoltada”, é falta de pica, não é mesmo? Os relacionamentos de Taylor Swift deram todos “errados” porque a culpa é dela; ela é o problema. Aprendemos: a culpa é sempre da mulher.

   Pois bem, noutro dia, eu estava em uma clínica (daqui da cidade), esperando para fazer uns exames, quando “de repente, não mais do que de repente”, resolvi ler o conteúdo das revistas que ficaram agrupadas lá, nesses tipos de estabelecimentos. Encontrei uma dessas revistas de “moda” cujo objeto, em específico, era sobre noivas. Opa, legal. Vamos ver alguns vestidos de noivas. Quase tive uma síncope nos primeiros dois parágrafos da “coluna” ... e não era porque tinham erros ortográficos na matéria. Nem tinham erros desse tipo, em verdade. Para o meu espanto, encontrei uma matéria absolutamente grosseira, machista, patriarcal e ainda, homofóbica. Era quase um “como manter um homem a qualquer custo” ou “como obrigar alguém a te pedir em casamento porque você precisa (mesmo) disso” e “se ele não aceitar é porque ele é gay”, em pleno 2016. A revista da qual eu fiz menção tinha uma coluna na qual haviam “dicas” para fazer com que seu namorado/noivo te peça em casamento.

   E eu sei que revistas são pagas por marcas/prestadores de serviços, os quais tentarão vender os produtos dos anunciantes lá inseridos, mas por favor, parem de veicular esse tipo de matéria!!!! Eu tenho 36 anos e consigo discernir e quem não consegue? Já é difícil lidar com parentes que pensam assim e as revistas que deveriam promover uma nova maneira de pensar, só repetem os mesmos “paradigmas”. Hey, não seja mais uma “frustrada” porque você não é mãe/casada/magra!
   Eu não preciso ser casada. Não preciso obrigar alguém a se casar comigo. Eu não preciso ser mãe. Eu não preciso ser magra. Eu só preciso ser o que eu quero!!! E, nesse momento, não quero ler matérias assim.


   Olá, meninas. O inverno, finalmente,chegou. Hora de tirar do armário os seus casacos ou (caso ainda não tenha algum modelo abaixo), é a hora de se atualizar nas tendências.
Percebam que os casacos e as botas são as estrelas do inverno. Um bom casaco transforma qualquer look simples em um arraso, não é? Um casaco imponente é item necessário para encarar os dias frios. Vem conferir 3 casacos que você com certeza vai desejar no inverno 2016!

1) CASACO DE PELÚCIA

   A pelúcia é a maior tendência de casacos no inverno 2016. Aquele tipo de pele super fake, sabe? Eu não acho brega nem saio xingando quem usa pele verdadeira; só fico com pena dos animais ali sacrificados. Os casacos de pelúcia são charmosos, quentinhos e super divertidos – podem ser encontrado em várias cores diferentes! Nas semanas de moda eles apareceram forte e são promessa de forte tendência para esse inverno. Uma fofura, literalmente! Lembrando que ao usar um casaco desses, é bom atentar para que você não fique volumosa na parte de baixo(pernas). Assim, é bom usá-los com uma calça bem skinny ou uma legging. Lembrem-se da regra: volumoso em cima, seco/fino embaixo.





2) MAXI CASACOS MINIMALISTAS

   Casacos enormes, longos e com um corte mais reto vão com certeza estar na sua wishlist do inverno 2016. Embora, aqui em Cascavel, já andei averiguando algumas lojas e ninguém sabe dessa tendência (maxi coat) e ok,ok..tudo chega atrasado aqui. Vejam que são casacos ótimos para o frio intenso. Os modelos queridinhos da estação são aqueles que quase passam do joelho e mais minimalistas, sem muitos detalhes. Útil e agradável! Meninas pequenas tem de tomar cuidado com esse tipo de casaco porque ele encurta. Se forem usá-lo priorizem com saltos bem altos e ponta fina (estilo scarpin na frente). Sapatos com ponteira fina alongam, assim como, sapatos arredondados encurtam.





3) PONCHO

   Aposta de Chanel, Burberry e diversas outras grifes respeitadas, o poncho é o queridinho do inverno 2016. Já muito conhecido aqui no Sul, o poncho (ou pala, como minha mãe fala) vem super forte na estação mais fria. Estiloso e confortável, pode ser mais social ou mais despojado – fica lindo tanto para o dia a dia quanto para um evento mais arrumado. Os ponchos pegam carona na moda boho e anos 70 e ficam uma graça com franjas e aplicações mais étnicas. As capas também permanecem forte desde o ano passado. Por ter uma modelagem mais ampla, fica bacana com calças mais justas e vestidos colados ao corpo.





Gostaram das dicas?
Beijos de salto, Rafa.



   O clássico, imortalizado pela Burberry foi produzido na época da Primeira Guerra Mundial por Thomas Burberry. O antecessor dotrench coat, o Tielocken, foi criado em 1895 e era feito de um tecido que revolucionou a história: a gabardine, criado e patenteado por Burberry. O que o tecido tinha de inovador? O fato de ser impermeável, mas ao mesmo flexível e confortável, ideal para o clima úmido londrino.


   Sucesso de vendas assim que foi lançado, o Tielocken passou a ser usado pelos soldados britânicos, prova da qualidade e desempenho da peça. A pedido do Ministro da Guerra inglês, o sobretudo de Burberry passou a vestir oficialmente os soldados da linha de frente. Com algumas alterações, como a implementação dos dez botões duplos, nasceu o trench coat em 1914.

   Necessário para os soldados em guerra, o trench coat – trench significa trincheira, daí o nome – foi aos poucos se popularizando e entrando para o guarda roupa de personalidades que vão de Arthur Conan Doyle, Winston Churchill e Audrey Hepburn.


   Uma peça unissex e democrática, após mais de um século desde sua criação, a estrutura básica se mantém a mesma. Sob a direção criativa de Christopher Bailey, o trench coat é revisitado a cada temporada, com novos tecidos, cortes, estampas e oferecendo a possibilidade de customização para seus clientes. A sua essência, entretanto, é a mesma.

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Imagens e texto da revista Elle.
Beijos de salto, Rafa.