Olá, meninas. O inverno, finalmente,chegou. Hora de tirar do armário os seus casacos ou (caso ainda não tenha algum modelo abaixo), é a hora de se atualizar nas tendências.
Percebam que os casacos e as botas são as estrelas do inverno. Um bom casaco transforma qualquer look simples em um arraso, não é? Um casaco imponente é item necessário para encarar os dias frios. Vem conferir 3 casacos que você com certeza vai desejar no inverno 2016!

1) CASACO DE PELÚCIA

   A pelúcia é a maior tendência de casacos no inverno 2016. Aquele tipo de pele super fake, sabe? Eu não acho brega nem saio xingando quem usa pele verdadeira; só fico com pena dos animais ali sacrificados. Os casacos de pelúcia são charmosos, quentinhos e super divertidos – podem ser encontrado em várias cores diferentes! Nas semanas de moda eles apareceram forte e são promessa de forte tendência para esse inverno. Uma fofura, literalmente! Lembrando que ao usar um casaco desses, é bom atentar para que você não fique volumosa na parte de baixo(pernas). Assim, é bom usá-los com uma calça bem skinny ou uma legging. Lembrem-se da regra: volumoso em cima, seco/fino embaixo.





2) MAXI CASACOS MINIMALISTAS

   Casacos enormes, longos e com um corte mais reto vão com certeza estar na sua wishlist do inverno 2016. Embora, aqui em Cascavel, já andei averiguando algumas lojas e ninguém sabe dessa tendência (maxi coat) e ok,ok..tudo chega atrasado aqui. Vejam que são casacos ótimos para o frio intenso. Os modelos queridinhos da estação são aqueles que quase passam do joelho e mais minimalistas, sem muitos detalhes. Útil e agradável! Meninas pequenas tem de tomar cuidado com esse tipo de casaco porque ele encurta. Se forem usá-lo priorizem com saltos bem altos e ponta fina (estilo scarpin na frente). Sapatos com ponteira fina alongam, assim como, sapatos arredondados encurtam.





3) PONCHO

   Aposta de Chanel, Burberry e diversas outras grifes respeitadas, o poncho é o queridinho do inverno 2016. Já muito conhecido aqui no Sul, o poncho (ou pala, como minha mãe fala) vem super forte na estação mais fria. Estiloso e confortável, pode ser mais social ou mais despojado – fica lindo tanto para o dia a dia quanto para um evento mais arrumado. Os ponchos pegam carona na moda boho e anos 70 e ficam uma graça com franjas e aplicações mais étnicas. As capas também permanecem forte desde o ano passado. Por ter uma modelagem mais ampla, fica bacana com calças mais justas e vestidos colados ao corpo.





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Beijos de salto, Rafa.



   O clássico, imortalizado pela Burberry foi produzido na época da Primeira Guerra Mundial por Thomas Burberry. O antecessor dotrench coat, o Tielocken, foi criado em 1895 e era feito de um tecido que revolucionou a história: a gabardine, criado e patenteado por Burberry. O que o tecido tinha de inovador? O fato de ser impermeável, mas ao mesmo flexível e confortável, ideal para o clima úmido londrino.


   Sucesso de vendas assim que foi lançado, o Tielocken passou a ser usado pelos soldados britânicos, prova da qualidade e desempenho da peça. A pedido do Ministro da Guerra inglês, o sobretudo de Burberry passou a vestir oficialmente os soldados da linha de frente. Com algumas alterações, como a implementação dos dez botões duplos, nasceu o trench coat em 1914.

   Necessário para os soldados em guerra, o trench coat – trench significa trincheira, daí o nome – foi aos poucos se popularizando e entrando para o guarda roupa de personalidades que vão de Arthur Conan Doyle, Winston Churchill e Audrey Hepburn.


   Uma peça unissex e democrática, após mais de um século desde sua criação, a estrutura básica se mantém a mesma. Sob a direção criativa de Christopher Bailey, o trench coat é revisitado a cada temporada, com novos tecidos, cortes, estampas e oferecendo a possibilidade de customização para seus clientes. A sua essência, entretanto, é a mesma.

Gostaram?
Imagens e texto da revista Elle.
Beijos de salto, Rafa.



   Muito provavelmente você conhece uma história de alguém que deixou um amor incrível escapar. Timming, falta de interesse…sempre existe uma razão meio obscura para não ter dado certo. A verdade é que às vezes a gente encontra a pessoa certa e simplesmente deixa ela ir embora.
   Os americanos tem essa expressão que chama “the one that got away”. Ou em português: Aquela mina da hora que estava com você mas você vacilou e deixou ela ir embora para sempre. Acontece. Às vezes é por imaturidade, orgulho ou pela incapacidade de lidar com outra pessoa em determinado momento de nossa vida. E tem vez que nem sempre a culpa é inteiramente sua. Invés de uma cometer um erro, você pode se distrair e parar de dar atenção para as coisas que importam. Vivemos um mundo barulhento. É trabalho, trânsito, família, filhos, dinheiro, smartphone, redes sociais, amigos. Tudo ao mesmo tempo. Muito ruído junto. É fácil perder o foco e, infelizmente, quando a gente se dá por si, já é tarde demais. Ela foi embora.

   E aí um dia você está sozinho e começa a lembrar. Mais do que te conhecer, ela te entendia. Sabia teus gostos e o que te fazia sorrir. De alguma maneira, ela conseguiu entrar onde nenhuma outra pessoa jamais esteve antes na sua vida. Aquela garota realmente se importava com você. Ela faria de tudo para te ver feliz, mas o relacionamento de vocês foi até um ponto onde não dava mais. E ela abriu mão de você. Que triste isso né? Alguém que faria de tudo para te ver feliz, desistiu de você. E tudo que você pode fazer é torcer para esquecê-la.

   Não que exista algum tipo de pessoa insubstituível. Ou nem que só exista um amor para a gente na vida. Dá para superar as feridas e encontrar a felicidade em outros caminhos. A real é que você nunca mais viver uma experiência como a que viveu ao lado daquela mulher. Cada pessoa é única em nossa jornada, com seus vícios e virtudes. Você pode até achar o amor de novo, mas vai ser diferente. Pode ser que seja para melhor. Ou não. E, talvez, essa mulher pode ser para sempre aquele momento que você para e pensa “E se eu tivesse continuado com ela…”.

   Mas vamos supor que você ainda esteja com ela nesse momento. Que você está com a mulher da sua vida e não quer chegar em momento de angustia como a descrita neste texto. Se tem algo para dizer, diga. Antes que seja tarde demais. Se vai precisar abrir mão de orgulho, honra ou da opinião dos outros para estar perto de quem você gosta, preze pela sua felicidade. Seja fiel a você mesmo e aos seus sentimentos. Amar demais não mata ninguém, mas arrependimento mata. Porque se um dia aquela garota for embora, você vai sentir falta de tudo aquilo que não disse. De todas as desculpas que não pediu, de todos rolês que deixaram de fazer juntos. Então, faça as coisas direito. Faço minhas todas as palavras e angústia de Otis: “Você tem que fazer amor/ Não provoca-la/ Nunca deixa-la/ Conviver com ela/ Suavizar ela, surpreende-la/ Mexer com ela/ Ama-la/ Aperta-la…” E por favor, não deixa essa mina ir embora.
   Esse texto não é meu. É do Edson Castro. Gostaram?
Beijos de salto, Rafa.